Todas as Informações sobre Cálculo Renal

Cálculo Renal, litíase, , ou é um dos problemas urológicos mais doloridos e, infelizmente, também um dos mais comuns. O nome mais popular pelo qual os cálculos renais são chamados é . Um problema causado por disfunções metabólicas que além de ser muito comum, ainda possui uma grande taxa de recorrência. Encontre aqui informações úteis e atualizadas sobre este problema. Tire todas as suas dúvidas: Como ocorre? Como tratar? Como prevenir o aparecimento de novos cálculos renais? Como dissolver as pedras nos já existentes? Quais os diferentes métodos de tratamento? Como tratar de forma natural e indolor? O que é  e quais são seus efeitos colaterais? O que os especialistas falam sobre o assunto? Depoimentos enviados por e-mail. Compartilhe também a sua experiência conosco, envie-nos seu depoimento por e-mail. Muitas informações e curiosidades sobre o tema. Leia neste site muitas informações sobre cálculos renais.

Todo cálculo renal causa dor?

Quando o cálculo se encontra no parênquima renal é assintomático (não causa dor). Quando vai, porém, para a parte central do rim onde estão os tubos coletores, pelve renal e para os ureteres, pode provocar de forte intensidade. Esta dor é a cólica renal, que requer cuidados médicos imediatos.

 também pode causar o bloqueio da passagem da , levando assim à dilatação a montante do sistema urinário, causando dor entre outros .

Contudo, alguns indivíduos têm cálculo renal sem dor ou com dor leve, o que é muito perigoso.

Alguns casos a pedra obstrui o com pouca dor, que desaparece depois de algum tempo, apesar de ela não ter sido eliminada.

O calculo renal alojado no ureter determinando obstrução na via urinária, compromete o funcionamento do rim e pode provocar perda ou destruição do tecido renal.

Tendência genética de pedra nos rins: pacientes com histórico de pedras nos rins correm mais riscos de problemas cardíacos

Tendência genética: pacientes com histórico de pedras nos rins correm mais riscos de problemas cardíacos.  saiba mais

Existe prevenção para cálculo renal?

Sim, entretanto, uma vez tido um calculo renal, a pessoa sempre estará susceptível à formação de novos cálculos.

A ingestão de aproximadamente dois ou três litros de água por dia, associado à utilização de NQI (suplemento alimentar que regula o metabolismo e solubiliza os minerais depositados no organismo) pode sim impedir a formação de cálculos renais.

Deve-se lembrar que a melhor forma de saber da saúde dos seus rins é consultando um ou NEFROLOGISTA e realizando exames. Muito cuidado porém quando escolher o profissional da saúde que vai lhe atender. Sempre que possível procure um médico que seja de sua confiança, pois no caso de cálculos renais, muitos profissionais tem se mostrado mais preocupados em encaminhar o paciente para uma litotripsia que é extremamente rentável do que realmente avaliar as melhores soluções e buscar uma alternativa menos agressiva ao organismo. Em alguns casos a litotripsia pode ser mesmo a melhor opção de tratamento, mas não em todos os casos como pregam alguns médicos.

A respeito de pacientes com uma grande predisposição a formação de cálculos renais, pode-se realizar uma investigação metabólica, a qual normalmente é indicada para os pacientes com recorrente. Para estes pacientes, o uso do  tem sido fundamental, com uma grande eficácia na maioria dos casos, impedindo a formação de novos cálculos renais.

O que é cólica renal, e quais são as suas características?

A dor do calculo renal é muito forte, tipo cólica ou aperto, aguda, ou seja, súbita, e cíclica. É uma dor lombar alta, unilateral, podendo irradiar para flanco (região lateral do abdome), pela pelve e grandes lábios na mulher ou testículo nos homens.

A dor na maioria das vezes é intolerável, realmente intensa, muitos médicos afirmam que provavelmente seja a dor de maior intensidade.

É importante salientar que a posição ou o movimento do corpo não influem no aparecimento nem na intensidade dessa dor.

Alguns sintomas podem estar associados à , o principal deles é o vômito seguido de , febre e dor ao urinar.

Perguntas Comuns Sobre Cálculos Renais

O que é pedra no rim ?

Quando certos produtos químicos da urina juntam-se formando cristais, uma massa dura chamada “cálculo renal ou ” ocorre. A maioria das pedras começam a se formar nos rins e algumas podem se deslocar para outras partes da extensão urinária, incluindo o ureter ou o a bexiga. Elas variam de tamanho, sendo que as pedras maiores podem bloquear o fluxo da urina ou causar irritação na parede interior da extensão urinária.

Pedra nos rins, ou “Nefrolitíase” é um distúrbio comum e com uma incidência cada vez maior em todo o . É uma doença encontrada com mais freqüência em homens de meia idade. Existem cinco tipos principais de pedra de rim, pedra de cálcio (85%), pedras relacionadas a infecções (8%),  pedra de ácido úrico (5%), pedra de cistina (1%), e outras pedras mais raras (1%) como a xanteno.

Para pacientes que já tiveram sua primeira pedra no rim, torna-se difícil prognosticar a probabilidade de retorno de novas pedras. Até 70% dos pacientes que tiveram pedra no rim, terão uma outra no espaço de até 10 anos caso não recorram a nenhum tipo de tratamento preventivo. Contudo, pacientes que têm uma disfunção metabólica grave podem ter múltiplas pedras formando-se mensalmente. Muitas destas pedras ocorrem novamente no espaço de 5 a 7 anos, sendo que o pico desta ocorrência acontece nos dois primeiros anos. A medida que os pacientes que já tiveram pedra no rim envelhecem, a taxa de formação de novas pedras parece declinar e a não ocorrência geralmente acontece na faixa etária dos 50 anos.

Ainda que algumas pedras possam ser eliminadas naturalmente, recomenda-se sempre que possível acompanhamento e tratamento. Normalmente, o método mais utilizado por urologistas no Brasil é a litotripsia, mesmo sabendo dos malefícios indiretos que este procedimento normalmente causa. Atualmente, muitas pessoas tem buscado alternativas como chás, misturas naturais e receitas caseiras, o que em alguns casos até ajuda, mas infelizmente não resolve o problema, pois não corrige a disfunção metabólica que ocasionou as pedras. Um produto que tem se tornado muito popular nos últimos anos é o NQI, um suplemento a base de fósforo que não possui nenhuma contra-indicações e na maioria dos casos dissolve as pedras por completo em um período que varia entre 30 e 120 dias. O mais interessante é que o produto não se trata de um medicamento para cálculos renais e sim de um suplemento nutricional utilizado para melhorar a saúde e a qualidade de vida. Apesar de desconhecido para muitos médicos, este suplemento se popularizou nos últimos anos devido sua alta eficácia em dissolver corpos cristalinos no organismo, eliminando por exemplo as pedras nos rins sem causar ou efeitos colaterais. Outro fato muito interessante é que o uso continuo do produto gera diversos benefícios ao organismo, além de não permitir a formação de novas pedras.

Posso ser considerado pessoa de risco para formação de cálculo renal ?

Fatores de risco e o quadro clínico do paciente variam dependendo do tipo de pedra existente. Há, contudo, algumas características similares encontrada em “formadores de pedras”, as quais inclui:

  • Histórico de família (genética – problemas metabólicos);
  • Homens entre 30-50 anos;
  • Reduzido consumo de água;
  • Habitante de clima quente.

Obviamente que apesar destas características estarem presentes na maioria dos “formadores de pedras nos rins”, qualquer pessoa pode vir a ter cálculos renais.

Tenho cálculo renal e meu médico quer que eu faça a Litotripsia Extracorpórea (LECO). Será que é garantido que resolverá o meu problema? As pedras serão eliminadas?

Não. Não existe nenhuma garantia de que o problema será resolvido, e nem de que a pedra será quebrada ou eliminada. A efetividade da fragmentação do cálculo depende de vários fatores, dentre os quais citamos o tamanho (até 2 cm), a localização, a composição e principalmente o tipo de equipamento utilizado. Alguns equipamentos são extremamente dolorosos e além de requererem sedação (Dormonid, Fentanil) ou analgésicos potentes (Morfina, Nubain, Tramal, etc) pela dor durante a aplicação, machucam a pele com aparecimento de bolhas e equimoses (manchas roxas) na pele do local por onde entra a onda. Em equipamentos do tipo DORNIER, mais de 60% dos casos são resolvidos sem anestesia, sedação ou maiores traumas.

Fora a , em cálculos maiores que 2 cm, o uso de procedimentos minimamente invasivos (uso de microcameras, monitores, LASER, etc.) pode estar indicado, mas todos exigem anestesia e internamento hospitalar. É importante dizer que apesar de muito popular hoje em dia e normalmente recomendado pela grande maioria dos urologistas, a fragmentação por ondas de choque externa vem tendo seu uso descontinuado principalmente em outros países da América do Norte e da Europa, devido a riscos do  desenvolvimento de diabets mellitus  16.8%   ou hipertensão arterial 36.4%, o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas (Journal of Urology, 2006; 175 (5) :  1742 – 7).

Tenho vários cálculos renais (algum por exemplo com mais de 2cm). A cirurgia a laser é indicada neste caso?

Cálculos acima de 2 cm podem ser tratados pela Litotripsia (LECO) desde que associados a um cateter duplo J, para proteger o rim e evitar durante a eliminação dos fragmentos ou na repetição das LECOS. A urografia excretora serve para visualizar seu sistema urinário e verificar se existem obstruções à passagem do cateter ou à eliminação dos fragmentos. A cirurgia laparoscópica também é uma opção, esta, minimamente invasiva, mas dependendo da localização dos cálculos acaba tornando-se inviável. A litotripsia é uma técnica não invasiva, embora alguns equipamentos mais simples sejam bastante desconfortáveis. Vale ressaltar novamente que a fragmentação por ondas de choque externa apresenta riscos do  desenvolvimento de diabets mellitus  16.8%   ou hipertensão arterial 36.4%, o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas. Uma opção muito interessante é o uso do NQI, o qual pode ser utilizado sem a necessidade de prescrição médica por não se tratar de um medicamento. Este produto é um suplemento mineral, totalmente natural, que não possui nenhuma contra-indicação e não causa efeitos colaterais.O grau de efetividade e resolução do problema utilizando o NQI chega a mais de 90%.

Quais são os sintomas de quem possui pedra nos rins?

Embora a pedra nos rins possa causar diferentes sintomas, dependendo da localização, tamanho e formato, a forte dor que ocorre repentinamente associada a movimentação da mesma pedra é um dos sintomas que a maioria dos pacientes não esquecerá tão cedo. Outros sintomas podem incluir:

  • Vontade freqüente de urinar;
  • Dor na hora de urinar;
  • Infecção;
  • Urina com sangue;
  • Febre ou náusea;
  • Dor entre as costelas e a região dos quadris.

Como as pedras nos rins podem ser detectadas?

A pedra no rim pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a pedra no rim se apresenta com manifestação de dor, cólica e hematúria. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir a via urinária. A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.

Ao fazer uma ultrasonografia  e constatar uma litíase renal de até 5mm, muitos médicos recomendam a ingestão de bastante água e que em caso de dor o paciente tome uma injeção de Voltaren. Gostaria de saber se é somente isso que se deve fazer e se isso pode causar algum problema por causa da pedra ?

, apesar de ser produzido pelo seu próprio organismo, é um corpo estranho dentro do seu rim e pode, além de machucar o delicado revestimento interno do rim, abrigar bactérias. Uma pedra ainda pequena pode ser expelida com a urina, mas geralmente com dor (cólica renal). Em muitos casos, ela também pode aumentar de tamanho devido à deposição diária de cristais eliminados na urina. O ideal é buscar rapidamente algum tratamento, mesmo que a pedra seja pequena. Um produto que tem se tornado muito popular é o NQI, pois não possui contra-indicação e dissolve os cálculos. Em raros casos que este suplemento não dissolve as pedras (menos de 10%), seu consumo não permite que elas crescam e tampouco que novas pedras se formem.

Outra opção muito recomendada por urologistas é a litotripsia extracorpórea (LECO), que visa quebrar o cálculo e deixá-lo sob forma de poeira (fragmentos bem pequenos). Ao contrário do que se pensa, a ingestão de líquido em excesso nem sempre é bem vinda, pois dependendo da posição do cálculo pode agravar ainda mais a situação (numa situação de obstrução das vias urinárias – ureter por exemplo, o excesso de água pode ocasionar o aumento da dor e o aumento da filtração renal do lado comprometido).

É verdade que os cálculos renais são compostos por cristais?

Sim, e tais cristais, em quantidade suficiente para formar “lama” calculosa, podem realmente ocasionar dor, pois obstruem, ainda que por pouco tempo, o ureter, causando dilatação e dor. Como não é totalmente sólido, tende a se deslocar com a urina e ser eliminado espontaneamente na maioria das vezes. É matéria prima de cálculo renal, por isso, uma quantidade adequada de líquido deve ser ingerida, em torno de 2 litros ao dia, bem distribuídos, para evitar que os cristais se unam e causem obstrução. O normal, é que esta lama calculosa sempre seja eliminada com o consumo regular de água, mas em muitos casos, devido a problemas de disfunção metabólica, mesmo ingerindo muita água algumas pessoas não conseguem eliminar este material, que se cristaliza e forma os cálculos renais. Para estes casos, o uso regular de um produto com ação como o NQI é altamente indicado, pois elimina estes cristais e impede a formação de cálculos renais.

É verdade que tomar Gatorade em excesso pode causar cálculo renal?

A resposta é simples.  A bebida Gatorade foi concebida para reidratar atletas que praticam exercícios extenuantes, como maratona, triatlo, etc. e que levam à perda de água e minerais do organismo. Uma maneira rápida e eficiente de repor água e minerais a estes atletas são os isotônicos como por exemplo o Gatorade. Neste grupo em especial (atletas profissionais), não deverá haver acúmulo dos minerais, pois o organismo está carecendo deles, sem prejuízo à função renal ou formação de pedras. Nos “atletas” que não se enquadram nos esportes acima, não há perda excessiva de água e minerais do organismo, por isso, se já houver uma predisposição no indivíduo, o excesso vindo com a bebida terá que ser eliminado (excretado) pelo rim, assim formando areia calculosa e até mesmo cálculos renais.  O ideal após o exercício físico é a ingestão de água mesmo.

Como faço para facilitar a visualização do cálculo pelo médico? Emagrecer ajuda?

Os métodos de exame (RX, ecografia, urografia, etc.) sofrem pouca influência da sua gordura. Já no caso do tratamento de cálculos renais, pode ser que o sobre peso atrapalhe a realização de alguns procedimentos, como a litotrisia por exemplo.

O consumo de leite (e seus derivados) pode causar cálculo renal?

Não. A presença de cálculos de oxalato de cálcio está mais relacionada a um distúrbio na capacidade de reabsorção de cálcio pelo rim (hipercalciuria idiopatica), e não à excesso de cálcio no organismo. É um erro comum do leigo fazer uma alimentação hipocalcica. O consumo de leite e seus derivados deve ser normal, sem nenhum tipo de restrição.

Existe algum produto que seja realmente eficaz para dissolver cálculos renais e cálculos biliares?

Sim. Um produto que tem se mostrado muito eficaz na dissolução de cálculos renais é o NQI. Note que o produto se trata de um suplemento nutricional voltado para o aumento da qualidade de vida e não de um medicamento para cálculos renais, podendo ser consumido sem prescrição médica. Muito comumente este suplemento é utilizado por pessoas que nem possuem cálculos renais, pois são diversos os benefícios relacionados ao uso do produto. Aliás, é muito interessante o fato deste produto solucionar o problema de cálculos renais sem possuir contra indicações ou causar efeitos colaterais. Acompanhamentos clínicos demonstram que mais de 90% dos pacientes que utilizaram o suplemento NQI tiveram seus cálculos renais completamente dissolvidos em um período de 30 a 180 dias, porém, a eficácia e o tempo de dissolução vai variar dependendo do organismo de cada pessoa, do tipo dos cálculos, do tamanho e da constituição das pedras. No caso de cálculos biliares, o produto também tem apresentado resultados muito positivos.

Porque muitos médicos ainda insistem em dizer que nada pode dissolver cálculos renais e normalmente encaminham os pacientes para realizar litotripsia ou procedimentos cirúrgicos?

Por tratar-se de um suplemento e não de um medicamento, muitos médicos desconhecem o produto. Também acreditamos que devido ao receio de vincular a imagem do produto exclusivamente ao tratamento de cálculos renais, correndo o risco de perder uma significativa parcela do mercado que já utiliza o NQI como um suplemento voltado a qualidade de vida, o fabricante optou por não divulgar o produto em meio a classe médica. Além disso, lamentavelmente, no Brasil ainda existem muitos profissionais que estão mais preocupados com seus rendimentos mensais do que com o bem estar de seus pacientes. Talvez exista um número grande de profissionais que por  trabalhar somente com alopatias acabe desconhecendo o uso do NQI e seus efeitos, mas com certeza, além do desconhecimento existe o desinteresse em que tal suplemento se popularize e acabe com o grande número de litotripcias e cirurgias realizadas anualmente. O produto pode prejudicar o negócio dos fabricantes de equipamentos cirúrgicos e de litotripcia, bem como os profissionais que se beneficiam de intervenções extremamente rentáveis.

Atualmente, qual é o tratamento mais moderno para eliminar cálculos renais?

Sem dúvida, uma tendência mundial observada é a busca por cada vez menos agressivos e mais naturais. As pessoas estão recorrendo a medicina oriental, a naturopatas, homeopatas, terapeutas e nutricionistas em busca de soluções que resolvam seus problemas de saúde sem o risco de efeitos colaterais ou danos a outras partes do organismo. Neste sentido, um produto que tem se destacado e merece nossa atenção é o NQI, o qual normalmente resolve o problema de forma indolor, natural e totalmente sem contra-indicações.

Passando aos tratamentos mais tradicionais e comumente utilizados pelos médicos urologistas, encontraremos como métodos mais modernos a litotripsia, LECO e fragmentação por ondas de choque externa, as quais apesar de ainda muito utilizadas oferecem riscos do desenvolvimento de outros problemas de saúde a longo prazo. Se tratarmos o problema do ponto de vista clínico/ambulatorial/cirúrgico, encontraremos também as técnicas para remoção dos cálculos que tem se disseminado pelos países de mundo e que já estão disponíveis nos melhores consultórios de urologia, que são as terapias endourológicas minimamente invasivas, nas quais o cálculo é abordado por meio da utilização de um aparelho delicado e preciso (ureterorrenoscópio flexível) que é introduzido pela uretra e segue pelo ureter em direção ao rim, permitindo a visualização direta do cálculo e sua fragmentação precisa com o laser de Holmium.

O que os médicos falam sobre cálculo renal? (Comentários médicos)

Um dos métodos mais comumente utilizados hoje em dia é a Litotripsia Extracorpórea. Segundo reportagem da revista Prática Hospitalar, os médicos Dr. Antonio Corrêa Lopes Neto, Prof. Dr. Eric Roger Wroclawski e Dr. Mário Henrique Elias de Mattos relatam seu conhecimento sobre o método. Você pode obter mais informações acessando o link a seguir: www.praticahospitalar.com.br

Segundo o Dr. Sidney Abreu, os tratamentos de cálculos renais evoluíram muito nos últimos anos para técnicas com maior capacidade de resolução e menor agressão (terapia minimamente invasiva). De certo que, tratamentos comuns no passado como a cirurgia aberta  ou cirurgia percutânea são opções de tratamento em abandono ou em menor uso devido a riscos inerentes ao acesso, hemorragias / sangramento intra-operatório,  complicações relativas a ferida operatória (infecção, cicatriz não estética, dor local crônica).  Também muito popular até hoje, a fragmentação por ondas de choque externa vem tendo seu uso descontinuado em outros países devido a riscos do  desenvolvimento de diabets mellitus  16.8%   ou hipertensão arterial 36.4%, o que se deve ao efeito mecânico direto  da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas. Fonte: Journal of Urology, 2006; 175 (5) : 1742 – 7. 

Jovem de 19 anos é internada para retirar pedra nos rins e fica tetraplégica.
http://oglobo.globo.com/pais/no-mato-grosso-do-sul-jovem-internada-para-tirar-pedra-dos-rins-fica-tetraplegica-2996498

Segundo o Dr. Christian Stradiotto, existe um motivo pelo qual o número de pessoas com cálculos renais tem aumentado muito ao longo das últimas décadas. “Atualmente, as pessoas ingerem muitos carboidratos, alimentos industrializados e processados. Isto diminui sensivelmente os fosfatos, prejudicando a formação da enzima fosfatase e tornando-a lenta em prejuízo do equilíbrio. Utilizando um composto de fosfatos condensados e fosfatos reativos, conseguimos reequilibrar a fosfatase. Este suplemento antioxidante atua na eliminação dos radicais livres excedentes e como solubilizante – procura sais e minerais precipitados e depositados, em qualquer parte do corpo, solubilizando-os. Todos os depósitos de minerais cristalizados ou não, podem ser dissolvidos e eliminados de forma natural através do uso do NQI“, explica o médico. Fonte: CliniSaúde.

Como agir no caso de erro médico ocasionado por cirurgia de retirada de pedras nos rins, utilizando cateter, que por medicação correta só pode permanecer no local por 10 dias, por perfuração causada por erro médico, deverá permanecer no local por 3 meses. O que ocasiona dores e sangramentos ao urinar ao paciente. É cabível entrar com ação contra o médico responsável? Como proceder neste caso? É necessário laudo de outro médico? Veja as respostas do especialista Ricardo Polaro em  http://jus.com.br/forum/68369/erro-medico-pedra-nos-rins/

Para o Dr. Paulo Ayrosa Galvão (médico nefrologista que faz parte do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo), a litotripsia consiste em ondas de choque direcionadas para o local onde está o cálculo. Elas quebram, explodem a pedra e os fragmentos são eliminados com mais facilidade. Se não se consegue fazê-lo com a litotripsia, pode-se recorrer a um procedimento cirúrgico endoscópico pelo ureter. O aparelho alcança o ureter e a bexiga urinária e tenta quebrar o cálculo onde ele estiver. Ainda segundo o Dr. Paulo Ayrosa Galvão, a litotripsia só é indicada para cálculos maiores. Como já mencionado, são ondas de choque emitidas por um aparelho e direcionadas para o cálculo a fim de quebrá-lo em pedaços menores para que sejam eliminados pela urina. O paciente sente certo desconforto e um pouco de dor, mas não sofre nenhum corte, nenhuma incisão nos tecidos. “Quando a litotripsia não resolve, o primeiro recurso de que nos valemos é o procedimento endoscópico. Sem cortes e sob anestesia, o aparelho é conduzido até o local onde se encontra o cálculo e tenta puxá-lo por meio de pinças apropriadas. Às vezes, é necessário um pequeno procedimento cirúrgico percutâneo para alcançar o cálculo e retirá-lo. Cirurgias convencionais, com cortes na barriga, são muito raras atualmente“, complementa o Dr. Galvão.

Descoberto pelo Professor Dr. Arnaldo Gauer, na verdade o NQI é um produto em forma de cápsulas. Cápsulas de um suplemento mineral a base de fósforo. É um agente solubilizante que elimina os efeitos lesivos (sais insolúveis) decorrentes da ligação óxido + água = ácido, pela solubilização do precipitado. Este produto, denominado NQI elimina o depósito de sais minerais nos rins e em qualquer outra parte do aparelho urinário, neutralizando a formação do cálculo renal ou pedras nos rins. Nos casos em que a pessoa já tem cálculo renal, o produto tem se mostrado eficaz na dissolução dos cálculos, eliminando o problema das pedras nos rins sem nenhuma intervenção cirúrgica ou litotripsia. Para o médico nefrologista Dr. Eduardo Helmoth, todos os acompanhamentos clínicos realizados por ele, tiveram resultados surpreendentes, sendo que em mais de 90% dos casos acompanhados os cálculos foram totalmente dissolvidos. Fonte: www.apedranosrins.com.br

Conforme informações do urologista Dr. Fernando Almeida, atualmente somente as doenças da e infecções urinárias são mais freqüentes que os cálculos. Deve-se salientar que 12 % da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo. A relação homem mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida. Mais informações a respeito de problemas urologicos podem ser consultados no próprio site do Dr. Fernando Almeida.

Pedras nos rins causam uma das três dores mais intensas que o ser humano pode enfrentar, diz o médico Nelson Gattás, urologista do Hospital Edmundo Vasconcelos e professor da Escola Paulista de Medicina. As outras duas são geradas pela pancreatite e pelo parto. As pedras se formam principalmente quando há excesso de cálcio no organismo. Isso pode ocorrer por diversos fatores, como alterações metabólicas. Elas são mais comuns em pessoas de 20 a 40 anos, mas também se formam no organismo de gente com mais idade. Há uma influência genética parentes de vítimas de cálculo renal têm mais risco de enfrentar o problema. A pedra pode se formar tanto nos rins como na bexiga ou no ureter. O organismo tende a expeli-la e a dor costuma ocorrer quando ela passa pelo ureter, canal que liga os rins à bexiga. Dependendo do tamanho, a pedra fica presa e causa uma infecção. “O grau de obstrução causado pela pedra determina a intensidade da dor“, afirma Gattás. O tratamento preferido pelos médicos é a aplicação de ondas de choque. Elas atingem a pedra e tentam fracioná-la, mas nem sempre isso é possível. Fonte: www.gp1.com.br

Sem dúvida o NQI tem sido a solução mais eficaz para o tratamento de quadros de litíase. Lamentavelmente muitas pessoas sofrem com o problema por desconhecimento. “Obviamente que a eficácia e o tempo de dissolução vai depender do tamanho das pedras, da constituição, da quantidade de substâncias inibidoras ou formadoras de depósitos minerais cristalizados na urina, dentre outros fatores ligados ao funcionamento de cada organismo, mas acompanhamentos clínicos demonstram que o NQI tem dissolvido os cálculos renais em um período que tende a variar de 30 a 120 dias“, informa o Dr. Bernardo H. Garcia – Médico Nefrologista. Fonte: www.saudecominteligencia.com.br

No passado se recomendava não ingerir derivados de leite e alimentos. Hoje em dia, esta recomendação não é mais válida, pois na verdade o cálcio que ingerimos é fator protetor e não formador de cálculo renal. O fato do cálculo ser formado de oxalato de cálcio é porque o rim perde cálcio na urina por um defeito genético e não porque comemos muito cálcio. Na verdade se pararmos de ingerir cálcio ocorrerá um risco aumentado de descalcificação óssea. Dra. Samirah Abreu Gomes – Nefrologista. Fonte: www.drashirleydecampos.com.br

Pedra no Rim ou Cálculo Renal precisa de cuidados e tratamento

CURIOSIDADE: Aquecimento Global aumenta risco de formação de pedra nos rins.

Um estudo realizado por cientistas norte-americanos sugere que a subida das temperaturas globais pode causar um aumento no número de pessoas afetadas por cálculo renal.

Segundo o estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o aquecimento global poderá intensificar a desidratação, considerado um dos principais fatores de risco de pedras nos rins.

Os investigadores estimam que, até 2050, o aumento da temperatura poderá causar um acréscimo de 30% nos casos de pessoas que sofrem de pedras nos rins – ou seja, entre 1,6 milhões e 2,2 milhões de novos casos de cálculo renal.

«Este estudo é um dos primeiros exemplos do aquecimento global causando uma conseqüência direta na saúde dos seres humanos», afirmou Margaret Pearle, que liderou o estudo.

De acordo com os pesquisadores, o aumento no número de casos de pedra nos rins aumentará numa área dos EUA conhecida como o «cinturão do cálculo renal» – área do país onde as temperaturas são mais elevadas e que compreende os Estados do Alabama, Arkansas, Florida, Geórgia, Louisiana, Mississipi, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Tennessee.

O cálculo renal, ou nefrolitíase, é uma doença comum. As pedras nos rins, que são cristais formados por minerais dissolvidos na urina, podem ser causadas por problemas ambientais ou pelo metabolismo.

O baixo volume de urina aumenta diretamente o risco de pedras nos rins por causa do aumento da concentração de sais que formam os cristais.

Isso pode decorrer da pouca quantidade de líquidos ingeridos pelo paciente ou pela perda de água causada pela desidratação.

Os investigadores sublinham que há uma variação geográfica nos casos de cálculo renal que já foi atribuída às diferenças regionais de temperatura.

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